História de Arton

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História de Arton

Mensagem por [Adm] Nimb em Qui Mar 26, 2009 2:16 am

O Reinado




Atenção!!

Nenhum personagem jogar é obrigado a saber a historia de Arton, ela esta aqui apenas como curiosidade.


O Reinado, O Maior centro populacional que reúne a maior concentração humana artoniana que se possa imaginar. O Reinado
inclui Deheon o reino-capital e demais outros reinos. Apesar de suas grandezas o reinado se formou com a mais triste história de todo o mundo. Em tempos antigos, apenas Ramnor (Arton norte) deixou de ser povoada. Lanmor (Arton sul) era bastante povoada. Poucos conseguiam explorar Ramnor e aqueles que conseguiram acabaram encontrando uma variedade de criaturas selvagens, povos bárbaros. Uma das expedições bem sucedidas foi a de Khalil de Gordimarr no ano de 750 e era composta de 150 homens. Apenas 40 voltaram com vida. Após entregar o relato ao regente de Gordimarr Protas III, Este passou a temer ataques dos seres do continente norte. Khalil recebeu a ordem de supervisionar a construção de uma cidade-fortaleza no Istmo de Hangpharstyth. O forte foi construído e nomeado de Khalifor (em homenagem ao Khalil, seu primeiro governante). O possível e temível ataque do norte jamais ocorreram. Novas expedições não foram feitas a fim de nenhuma vida a mais fosse perdida. Com a expansão pelo Norte detida devido ao medo do desconhecido e a exploração marítima dificultada pelo litoral baixo ou escarpado de Arton, As pessoas decidiram investir totalmente em Lanmor.

A Pri n c e s a F u g i t i v a

Em 937, o Príncipe Renngard, do Reino de Mortensenn, seguiu com uma comitiva e pediu a mão de Yllia, a jovem filha de Corullan VI, Rei de Ghondriann, reino vizinho e rival. Encarando o fato como uma afronta, Corullan negou o pedido e expulsou a comitiva. Mesmo amargurado, Renngard entendia que a vontade dos pais se sobrepunha a dos filhos por direito de sangue e aceitou a decisão do soberano.Yllia, era a menos conformada e resolve fugir de casa. Apaixonada pelo jovem, se vestiu humildemente e entrou em uma carroça e fugiu em direção ao Mortensenn.
Ao notar o sumiço da filha na tarde do dia seguinte, Corullan convocou um grupo de guardas reais, no mínimo cem pessoas para segui-la. Não demorou muito para que ele visse uma carroça jogada no canto atingida por flechas e golpes de espadas. Yllia foi violentada e morta e Corullan revoltado, voltou toda a culpa para o Renngard. Um emissário foi mandado pelo
príncipe para o funeral de Yllia. O emissário demonstrou um pesar muito grande e disse que pretendiam melhorar a relação entre os dois reinos. Mais tarde uma carroça semelhante a de Yllia aparece em Mortensenn com o corpo do servo. A guerra entre Ghodriann e Mortensenn foi declarada.

O Tri â n g u l o de F er r o


Gondriann era na época o melhor centro militar e iniciou o maior massacre no país vizinho. Graças a ele, muitas vilas foram queimadas até o chão, em menos de um ano, O reino havia sido anexado a ferro e fogo. Richlard, rei de Mortensenn, evocou antigas dívidas de honra para manter o apoio de reinos anexados: Cobar e Sidarid. Com a chegada do esperado reforço,
Richlard e Renngard conseguiram impedir que as tropas de Corullan VI chegassem à Rozandir, capital do reino de Mortensenn. As forças ghondriannas foram mantidas à distância e a batalha limitou-se apenas à área da nova fronteira entre os reinos. Corullan VI passou agir através de meios mais sutis quando percebeu que seu exército não teria chance de vencer.
Na reconstituída corte de Mortensenn, ele usou um de seus espiões e batedores disfarçados, Corulann ofereceu aos respectivos reis de Cobar e Sidarid, um terço das terras conquistadas por seus exércitos e todo o ouro que pudessem pilhar em troca da traição à Richlard. Mais tarde, o monarca de Mortensenn foi envenenado por seus dois antigos aliados durante a comeração dos dois anos da resistência aos ataques de Ghondriann. Os exércitos de Cobar e Sidarid. Tomaram a Capital e deram espaço para Corullan dominar Mortensenn. Por duas semanas, no alto da torre de Mortensenn havia sido exibida a cabeça de
Richlard como um macabro e hediondo atestado de vitória. O Príncipe Renngard não foi encontrado. As nações de Ghondriann,
Cobar e Sidarid formaram mais tarde uma aliança conhecida como o Triângulo de Ferro. Corullan estava cansado e notou que
para cumprir sua vingança contra Mortensenn, deveria minar todas as finanças do reino. Talvez esse, seria o momento de
parar a guerra.

A Gr a n d e B at a l h a

Trovandir e Wynallan I porém, tinham outro modo de pensar.Para eles, seria estupidez parar. Semeando suas idéias sem
incansavelmente, eles convenceram a Corullan de que Renngard havia fugido e pedido asilo em Ylloran, o maior reino depois de Ghondriann.
Porém, antes de atacarem Ylloran, eles deveriam atacar Tarid, uma pequena cidade que divide o Triângulo de Ferro de seu real objetivo. Facilmente, eles conseguiram tomar essa região, porém, não sabiam que Renngard havia previsto os passos
do Triângulo de Ferro. Ele realmente seguiu para Ylloran e lá pediu ajuda ao Monarca Solavar VIII para que lhe emprestasse o seu exército para deter as forças de Corulann VI. Solavar contou com a lainça de dois aliados antigos: Northgate e Gordimarr.
Assim em 944, as forças de Solavar lideradas pelo Renngard avançaram à Tarid e iniciaram uma batalha de cinco anos contra as forças de Corullan. Esses anos foram conhecidos como anos de forja, na época, um sábio neridianno havia dito que “As forças de Solavar e Renngard eram uma bigorna, o Triângulo de Ferro era o martelo, enquanto Tarid era uma espada, a única
que realmente levava os golpes”. E não deixava de ser verdade. Os conflitos seguidos e as batalhas sangrentas faziam cada vez mais vítimas locais e tornavam o reino cada vez mais pobre. Diziam que os soldados independentes dos lados que seguiam, saqueavam vilas casas de vilas embora nem Renngard e Muito menos Corullan comprovassem isso.
No ano de 950, ocorreu na planície de Yughart o último encontro entre as duas forças conhecida como a Grande Batalha. Exaustos, O Triângulo de Ferro finalmente se entregaram as forças de Solavar tendo seus soldados rechaçados.
Pelas mãos do Próprio renngard, Corullan acaba morrendo nessa última batalha. Assim termina a mais sangrenta batalha de Arton. O território onde se localizava Mortensenn foi devolvida ao Renngard, Ghondriann, Cobar e Sidarid foram anexadas aos vencedores e a maior parte dos inimogos foram exilados. A enorme caravana seguiu através do Istmo de Hangpharstyth até a fronteira de Arton-Norte (Ranmor) e deixadas a própria sorte. As defesas de Khalifor foram reforçadas para que os exilados não retornassem, muitos do que tentaram acabaram morrendo pela mão dos soldados. Não tendo escolha, os exilados
deveriam explorar o desconhecido e assim inicia a exploração ao Arton-Norte.

R e e n c o n t r o co m V al k a r i a

A jornada dos exilados foi árdua e não isenta de batalhas. Além de terem de lutar entre si, os exilados deveriam lhe dar com tribos bárbaras de Arton. Disseram que a caminhada desde o início tinha o rumo certo. Um garoto chamado Roramar
Pruss vomeçou a atrair a atenção da caravana. Toda vez que durmia, sonhava com uma lina mulher. Ela tinha cabelos longos e pele alva. Roramar pedia com astúcia de um adulto para que as pessoas seguissem sua orientação. Mas tarde ele cresceu e assumiu que a mulher que falava com ele em sonhos era Valkaria, pois aos poucos ele dizia:” Ela é a nossa deusa, ela é a Deusa Valkaria, Deusa de toda a humanidade”.
Orientados pelo Roramar, uma parte dos exilados andaram até leste onde fundariam Salistick enquanto os outros que
acompanhavam Roramar foram ao Norte e encontraram a estátua da Deusa Valkaria. Desde então lá, decidiram fundar uma cidade. Sessenta anos se passaram desde a primeira visão de Roramar até a fundação da cidade de Valkaria. Ele idoso, seria
aclamado o futuro regente da cidade de Deheon. Seria ele também, o primeiro clérigo de Valkaria em muitos anos – uma vez
que ela havia sido esquecida em todo o mundo devido à sua revolta contra o Panteão.
Com a capital estabelecida, muitos partiram para a expansão. Muitas pessoas saíam de Deheon por ambição ou em busca de aventuras e oportunidades.
Aproveitando o que tinha de melhor em cada um, uma coisa pe certa: O reinado não se formou sem lutas. Deheon e seu novo regente Wortar I, Filho de Roramar, sempre defendeu uma política expansionista. Com seus exércitos de nobres cavaleiros, procuravam expandir suas terras e cedê-las para os seus nobres. Assim surgiram reinos como Ahlen, Bielefeld, Tyrondir e Wynlla formando semente do que viria a ser o Reinado. Em menos de duzentos anos, O reinado e seus limites já tinham uma
geografia semelhante ao que se apresenta hoje.

Si st e m a s de G o v e r n o

O sistema de governo do reinado é apresentado da forma que em tempos de Wortar I e apresenta uma forma bastante flexível. Em geral, cada reino conta com um regente e um conselho de dez membros que em geral são nobres. Uma lei pode ser proposta por qualquer um deles e o voto sempre será aberto.
A Aprovação dessa lei depende do regente, embora a seja difícil uma lei que tenha bastantes votos não seja aprovada. Além de Administrar Deheon, o Imperador-Rei Thormy deve também enxergar tudo que anda além de Deheon mas que ainda circule o Reinado. Por isso em certas ocasiões, suas leis são incontestáveis. O sistema de conselho não é fixa no Reinado. Por
isso é que Guss Nossin, de Gorendill não foi incriminado quando ele dissolveu o Conselho e pôs rédeas na cidade. Houve reinos que enfim acabaram incriminando, já que esse sistema era aceito em quase todo o Reinado. Alguns reinos
usam o conselho apenas como faixada, já que no final das contas quem manda é o regente.
Prova disso está no Reino de Yuden e Portsmouth. Muitas pessoas que tentam manter diplomacia entre os reinos, em sua
maioria Arautos, Carregam sempre consigo, o Escudo Heráldica do Reino para saber de onde eles vêem. Os Cavaleiros de
Arton também costumam usar escudos de seu país em seus braços para serem identificados com mais facilidade. Eles sabem que em cada escudo, há uma história diferente de como surgiu todos os símbolos representam algo.

Idi o m a

O idioma padrão do reinado é o Valkar. Esse idioma foi difundida de tal forma que tanto bárbaro quanto monstros aprenderam à falar ele. Mas embora Valkar seja amplamente usado, há regiões onde as pessoas ainda usam o Lalkar, que seria no caso, uma linguagem mais arcaica usadas em cerimônias reais e documentos oficiais. Pouquíssimas pessoas fora da nobreza
são versadas no antigo idioma. Ao sul de Khalifor, entretanto, essa língua era ensinada ao mesmo tempo que o Valkar, em uma tentativa de preservar as diferenças entre o povo do Norte e o povo da cidade. Vários sábio condenam o Valkar em larga escala, acreditando que ssa atitude acarreta o empobrecimento da língua-mãe artoniana. Talude é uma dessa pessoas. Em sua academia arcana, a língua Lalkar é obrigatória enquanto a ordem de Tannah-Toh, a Deusa do Conhecimento adota a língua Valkar plenamente.

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Por que Khalmyr tinha que ser justo?

Justo um Idiota!!!

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